domingo, 20 de julho de 2014

Uma breve análise do filme "Um grito de socorro (Spijt)"


Olá caros leitores! Hoje quero abordar sobre o filme "Um grito de Socorro (Spijt)".Este filme passou ontem de madrugada na globo, infelizmente o horário não foi nada agradável, começou por volta das 2 da manhã, e não consegui assistir todo, entretanto, hoje consegui fazer o download para poder opinar sobre a temática que envolve o filme que é o bullying.

Sou graduada em pedagogia, e a abordagem do bullying é inevitável na minha realidade em sala de aula. O filme é fantástico, nos leva a refletir sobre cada personagem que contribui com este processo que só traz malefícios.

Podemos ver com detalhes aquele que é agredido, os agressores e os passivos deste sistema. Devo confessar que o que mais me chamou atenção, foi a passividade dos professores, que viam como uma "brincadeira". Infelizmente, nós profissionais da educação, podemos contribuir, mesmo que passivamente, quando permitimos certas atitudes maléficas, com a ideia de que é apenas uma "brincadeira", que não devemos levar tudo a sério, porém, nessas "brincadeiras", "marcas" são deixadas, e as "marcas" que eu estou referindo, mexe com o psicológico daquele que é agredido, e isso é perigoso, porque não temos como "medir" o quão isso está afetando a vida daquele que sofre bullying.

E no final, o que pode acontecer? É comum vermos nos noticiários, dois lados extremos, ou o agredido, planeja mortes ou então comete suicídio. Especificamente neste filme, o garoto agredido, comete suicídio, após uma festa de sua escola. 

Depois da morte do personagem que é agredido ao longo do filme ,podemos analisar, que as "brincadeiras" sofridas, trouxeram "marcas" que levou a este final trágico. Notamos o sofrimento dos colegas que antes eram alheios as "brincadeiras", começaram a perceber que poderiam ter feito algo, de ter defendido o personagem, mas era tarde demais. Assim como também os professores que foram passivos no processo, e até mesmo os agressores, puderam ver outro lado da história.

Podemos tirar como lição, que a nossa sociedade competitiva, nos torna tão egoístas, acabamos muitas das vezes nos preocupando só com nossa vida, e ficamos distantes dos problemas alheios. Talvez, quando começarmos a nos importar, seja tarde demais. Gostaria de alertar que o bullying não é brincadeira, estas práticas repetitivas, trazem só danos, sejam físicos ou psicológicos, então, vamos ter cuidado, porque não queremos mais finais trágico, não é mesmo? Projetos e mobilizações educacionais são válidas para que não ocorram mais vítimas.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

As belezas do meu Pará (Município de Peixe Boi)


Olá caro leitores, hoje quero mudar um pouco o rumo das minhas postagens.Vou falar sobre um município que conheci nesse final de semana de férias escolares: Peixe Boi. Me encantei pelo local pela tranquilidade e segurança (algo que sinto imensamente falta em Belém). Um local excelente para quem procura tranquilidade e descanso.

É um município vizinho de Nova Timboteua e Capanema. Quando cheguei lá, um ponto que me chamou logo atenção, foram casas abertas, bicicletas na rua sem estarem presas em correntes, algo que deveria ser absolutamente normal, não é mesmo? Mas para pessoas que assim como eu, que são residentes de metrópoles, vivemos em uma realidade oposta, temos que nos trancar em nossas casas, enquanto os ladrões estão soltos, procurando mais uma vítima. 

Pagamos um preço caro por estar em cidades que chamamos de "desenvolvidas", vivemos na insegurança e com receio, que é o reflexo do caos que está a nossa sociedade.

Por alguns dias, eu consegui usufruir do meu direito de ir e vir com segurança.E hoje, vim recomendar e incentivar a visita dos meus caríssimos leitores para Peixe Boi.Abaixo, deixarei o link da pousada que fiquei hospedada (fui super bem recebida e é um local encantador, perto da natureza, com toda a beleza da paisagem do Norte) e quem puder e quiser de um refúgio nos dias de folga, eu recomendo conhecer esse município.

Abraços!

Segue o link:

quarta-feira, 9 de julho de 2014

"E como os brasileiros acordaram depois da derrota na copa?"


Olá caros leitores! Hoje quero iniciar com essa frase do título do post, que escutei a repórter falando no jornal da Globo de hoje."E como os brasileiros acordaram depois da derrota na copa?".Bem, a minha vida continua a mesma, continuo de férias, o restante da população que não está de férias teve que ir trabalhar.E adivinha? Nossos salários também não mudaram.

Vi uma postagem que relatava o salário de cada jogador que foi convocado, e temos como menor salário, a pequena quantia de 150 mil e a maior 5 milhões. Ok, e eu? Continuo sendo pedagoga e tendo uma profissão desvalorizada em vários sentidos, seja pela falta de recursos didáticos até mesmo com a remuneração.

Enquanto os jornais bombardeavam de notícias sobre a copa, o jornal local da minha cidade (Belém), teve uma notícia sobre a falta de vacinas nos postos públicos, inclusive, vi denúncias de grávidas que estão sendo prejudicadas e tendo os seus direitos ceifados pelo descaso na saúde.

Podemos também lembrar que continuaremos com o descaso no transporte público, segurança, etc. Daqui há pouco voltam os protestos mas o que eu realmente queria era que todo esse sentimento negativo que hoje os brasileiros estão sentindo, seja lembrado durante as eleições.

A copa trouxe sim bons momentos para muitos que se reuniram com amigos e familiares, entretanto, é apenas um momento de lazer que acontece há cada 4 anos, e que quando termina não afeta diretamente nossas vidas.As eleições também acontecem há cada 4 anos mas essas afetam diretamente a nossa vida ao longo desse tempo.Vamos rever as prioridades, não é mesmo?

Abraços!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Vem ver pavulagem na rua...




Olá caros leitores.Hoje resolvi postar sobre uma paixão minha que é o Arraial do Pavulagem. O mês de junho me encanta, com todas as suas tradições e boas lembranças que trago desde a minha infância. Entretanto, a minha paixão pelo Arraial do Pavulagem começou em 2009, quando fui convidada por uma amiga para conhecer este evento que é realizado nos meses de junho em Belém.À princípio, era chamado de “Pavulagem do Teu Coração”, somente a partir do ano de 1987, passou a ser chamado de "Arraial do Pavulagem". A mudança se deu pelo fato de se ter uma visão mais ampla do contexto cultural e que abrange até hoje a cultura popular da Amazônia. As suas músicas são embaladas por contextos, vocabulários e tradições do indivíduo habitante do Norte.Além das músicas me encantarem, o trabalho social que é realizado é excelente.Contamos com oficinas de ritmo e percussão, são confeccionados objetos à partir de material reciclado.Não tem restrição de idade, sexo, classe ou opção sexual, são festejos livres e contagiantes que englobam a cultura paraense.Ficou curioso para conhecer sobre este ícone cultural? Vou deixar no final desse post dois sites para vocês acessarem e se encantarem.

 Abraços!

Links:




sexta-feira, 4 de julho de 2014

E teremos copa...


Olá caro leitores...Hoje vim falar sobre este lamentável acidente que aconteceu ontem em Belo Horizonte. Infelizmente esta obra da copa mal feita, não foi a única que deixou feridos e pessoas mortas. Ao longos dos último meses, nos deparamos com notícias de operários que perderam a vida nessas obras que não tiveram um estudo adequado. E assim são as obras nos nosso país, não há  um estudo detalhado para iniciar as obras, e devido não terem estruturas ade, podemos até dizer que o número de mortos e feridos foi reduzido mas eu não quero falar de quantidade e sim desses poucos que faleceram que significavam muito na vida que os cercavam. E hoje enquanto muitos estarão felizes comemorando o jogo do Brasil de hoje a tarde, teremos alguns que estarão chorando pela consequências de um descaso com a população. Me recordo que as autoridades diziam que a copa seria excelente para o país pois deixaria estruturas que seriam utilizadas no futuro. Estamos vendo as boas estruturas que a copa nos deixou.E assim teremos a copa...
quadas, acidentes vão acontecendo.E a solução? É decretar luto oficial pro 3 dias? Pela proporção do acidente

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Pedagoga ou babá? O perfil exigido nas séries iniciais

Olá caro leitores, hoje resolvi escrever sobre um fato presente na vida do profissional de pedagogia nas escolas, que é a desvalorização da nossa profissão.Essa semana fui em uma entrevista de emprego aqui da minha cidade(Belém) e durante a entrevista me perguntaram meu estado civil, se eu tinha filhos, até aí tudo bem,entretanto, chegou em um momento que fui indagada sobre minha convivência com criança, se eu não cuidava  de alguma fora do contexto escolar,tal como de algum vizinho, primo, etc.Respondi que não, ela insistentemente: "Como não? Sempre tem alguma criança perto da gente para cuidarmos".

Comecei a ficar irritada com o rumo que a entrevista estava chegando e percebi que ela estava desaprovando minha realidade. Não bastando tudo isso, ela me perguntou, se eu não queria casar e ter filhos? Respondi que não no momento,pois tinha outras prioridades para serem concretizadas, e mais uma vez vi a entrevistadora se indignar comigo. E no ápice desse momento, fui perguntada como eu encarava trocar fraldas. Nesse momento tive vontade de perguntar: "A senhora está procurando uma babá ou uma professora de educação infantil?"

Aí você pensa...Passei 4 anos em uma faculdade, tenho uma especialização, e em uma entrevista me perguntam sobre tópicos que não condizem com minha profissão.
Infelizmente, na educação infantil, não só da minha cidade, mas no país inteiro, nós vamos nos enfrentar com essa realidade, a educação infantil que deveria ser uma etapa fundamental na vida de uma criança, se torna uma extensão da casa, aonde a professora, vira a mãe, a babá.

Alguém pode vir me questionar: "Ahhh Tayssa.Você está se achando importante demais e não quer trocar nenhuma fralda, queres deixar a criança ali suja?" E eu respondo.NÃO...Eu tenho noção que isso faz parte da higiene da criança mas isso não compete na minha área, para isso podem e devem pagar uma pessoa que venha amparar o cuidado com a higiene dos alunos que no caso, não seria uma estudante ou uma profissional já formada.

Nós estudamos e muito para poder vir contribuir não só com conteúdos mas também com formação de valores de cada indivíduo que nós são confiados, portanto, eu não sou a "babá", as brincadeiras escolhidas, tem toda uma explicação e foi planejada, objetivando atingir algo e não é algo aleatório.
VAMOS RESPEITAR OS PEDAGOGOS,NÃO É MESMO? 

sábado, 14 de junho de 2014

Pegada ecológica



Olá leitores! Quanto tempo,hein? Apesar de nunca mais ter postado nada, hoje vim aqui abordar uma temática interessante: A pegada ecológica.Confesso que NUNCA havia lido comentários sobre isso, para a falar a verdade, foi até um susto que levei ao ler esse termo.Ontem estava em uma prova de Língua Portuguesa de um processo de seleção de mestrado, e veio um texto que abordava esse tema, só de ler o título já me desesperei achando que não teria êxito na prova haja visto que era um tema que eu não tinha até então, nenhum conhecimento. 
O texto era de duas laudas e definia a pegada ecológica como um dado estatístico correspondente ao tamanho das áreas produtivas de terra e de mar, necessárias para gerar produtos,bens e serviços que sustentam determinados estilos de vida. 
O mais interessante desse texto foi descobrir um site em que a pessoa vai sendo indagada sobre atitudes em diversas áreas tais como transporte, alimentação, etc.Assim, no final do teste, a pessoa saberá o quanto as suas ações está afetando negativamente o planeta.Achei uma iniciativa incrível mas confesso que me frustrei como professora de Ensino Fundamental em nunca ter debatido e estimulado meus alunos a acessarem esse site. Vou deixar o link no final desse post e espero que cada pessoa que leia, faça o teste e venha divulgar também para seus amigos, alunos, familiares.

Segue o link:

http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/especiais/pegada_ecologica/sua_pegada/calculadora/