Muitas dúvidas e incompreensões a respeito desse assunto estão ocorrendo. Para termos uma visão, um pouco, nítida sobre ele, foi feito aqui um pequeníssimo esclarecimento. Falo pequeníssimo pois abordou-se um pedacinho bem superficial sobre a História do imperialismo europeu no continente africano. Sabemos que existem muitos detalhes porém aqui foi feito um pequeno material somente para compreender de uma forma menos complicada essa parte da história. Então vamos lá......
Espaço reservado ao pensamento de "Aprender SEM Memorizar" assuntos relacionados às Ciências Humanas; Conscientizar sobre o que é e como está nossa Educação; E também alguns desabafos sobre situações insatisfatórias.
domingo, 16 de março de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Brinquedo de menina x brinquedo de menino
Semana passada presenciei uma cena que me deixou indignada.Duas técnicas pedagógicas estavam conversando sobre determinado aluno que estudava na educação infantil em relação ao brinquedo que o menino havia levado para a escola.A técnica pedagógica de educação infantil afirmou que estava horrorizada pela mãe ter permitido que a criança trouxesse esse brinquedo e que havia brigado com a criança e que só contando ninguém ia acreditar mas que ela ia buscar o tal brinquedo.Minutos depois ela retorna com uma sacola com boneca da Polly e todos os acessórios que compõem este brinquedo.Se não bastasse toda essa cena envolvendo puro preconceito e machismo, eu ouvi a seguinte frase "Mas eu briguei com ele, disse que isso não era brinquedo de homem" e complementou "Do jeito que a mãe compra essas coisas....Vai virar gay".Confesso que me veio logo em mente o tipo de formação pedagógica que essa pessoa teve para estar ali sendo propagadora de ideologias machistas, afinal que decide, que rosa é de menina e azul é de menino ou até mesmo que boneca é pra menina e carrinho é para os meninos é a nossa SOCIEDADE.
Crianças gostam de presenciar novos momentos e explorar o desconhecido, é nessa fase que ela está construindo e aprendendo.O brincar é essencial para que ela com a LIBERDADE, venha desenvolver suas habilidades.Lembremos das teorias das múltiplas inteligências e vamos respeitá-las.Não vamos reprimir nossas crianças com puro preconceitos e ideologias, pediatras já afirmaram que não tem ligação entre o brincar e a sexualidade, vamos apenas aceitar que nós não somos iguais e se um menino pede uma boneca, vamos RESPEITAR a sua individualidade pois essas experiências e descobertas são essenciais para o desenvolvimento natural da criança.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Jogos educativos
Olá caros leitores,
hoje gostaria de focar na temática dos jogos educativos. No sábado, dia
01/02/2014, eu iniciei meu penúltimo módulo da especialização em educação
especial com ênfase em inclusão, a disciplina é “A arte, a música, o jogo, o
brinquedo, brincadeira na educação”.
O
professor dessa disciplina nos disponibilizou textos e softwares que englobam
estas temáticas. Resolvi explorar os softwares. Eles trabalham com a dificuldade com
audição, escrita e linguagem. Fiquei encantada com a riqueza dos conteúdos, que
poderiam ser explorado em casa com o auxílio dos pais.
Fiquei me
questionando, por que com tantos produtos bons no mercado dos jogos educativos,
os pais ainda insistem em não controlar e restringir o acesso dos seus filhos a
determinados conteúdos da rede virtual? Não podemos negar que as crianças tem acesso
cada vez mais cedo à tecnologia, e podemos sim aliar com a educação.A prova
disso são esses softwares que não necessitam nem de internet para serem
utilizados.
Não devemos
apenas criticar os meios tecnológico, mas devemos buscar alternativas que essas
tecnologias nos oferecem e que venham contribuir na formação de nossas crianças.
Boa semana
para todos!!!
Observação:
Resolvi não citar o nome da empresa dona desses softwares para não realizar
propaganda nesse blog mas quem desejar saber, é só me procurar por email que
informo.Grata!
Tayssa Suellen
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Adultização precoce
Infelizmente
cada dia que passa, cresce o número de crianças que vivem uma vida de adulto.
Trabalho há 3 anos entre educação infantil e ensino fundamental I, e já
presenciei cada fato que me deixa frustrada e indignada. Ano passado, enquanto
trabalhava com uma turma de educação infantil, uma garota, que tinha 3 anos,
foi para o parque da escola, junto com seus colegas para desfrutar de um
momento de lazer, um fato comum na rotina da escola.Nesse dia, esta menina veio
correndo em minha direção e gritava muito, primeiramente pedi para que ela se
acalmasse para que eu pudesse vir compreender o que estava passando, até que
ela conseguiu expressar que queria sair daquele espaço porque estava “estragando”
as suas unhas que ela havia feito no dia anterior no salão.Esta mesma criança,
em um outro dia, já havia lutado para não fazer educação física, e ao ser
indagada os motivos, a mesma afirmou que era para não suar e estragar a escova
feita também nesse salão.
Foi
uma criança que tivemos que trabalhar ao longo do ano para minimizar os valores
que estavam sendo transmitidos para ela em casa, entretanto ao ser informado
para a família dos malefícios que estavam causando essa valorização da beleza,
a mãe se frustrou e nos informou que ela só deixava porque notava a filha dela feliz.
Esta mãe não percebeu que a criança adorava isso porque era uma das formas de
se aproximar da mãe, ter um tempo com ela, mesmo que sejam algumas horas no
salão, em alguns dias, esse era o contato mais próximo que elas tinham.
Outro
ponto que também é bastante delicado é a questão de acesso à internet e meios
eletrônicos. Não estou aqui dizendo que a criança não deve usar, afinal vivemos
a era digital, mas quero abordar a questão de horas dedicadas a estes aparelhos
eletrônicos assim como o conteúdo acessado. Contando um pouco da minha
experiência no ensino fundamental I, posso apontar a internet acessada de forma
indevida e sem controle.Vejo meus alunos cantando músicas, paródias que tem um
conteúdo completamente inadequada para a idade dele, pois envolve palavras de
baixo calão, pornografia e entre outros.Sempre indago a origem do aprendizado
dessas músicas e a resposta quase sempre a mesma “Tia, eu vi na internet”.
Quero
alertar aos pais e educadores sobre os malefícios dessa adultização precoce,
devemos sim incentivar os cuidados com o corpo, saúde e higiene, mas não
implica em incentivar o uso de maquiagens, saltos ou roupas de
adulto.Psicopedagogos nos demonstram que as crianças que não vivem as fases da
fantasia, que não tem a imaginação estimulada, tem grandes chances de virem a
ser adultos imaturas e durante essa fase vão querer vivenciar tudo aquilo que
não teve acesso durante a infância.Além do mais, o risco de se tornarem
consumistas e egoístas também são grandes.Portanto, vamos deixar que vivam cada
fase e educar com amor e respeito as etapas da vida do ser humano.
domingo, 3 de novembro de 2013
Professor Tradicional x Professor Inovador
Recentemente passei por uma situação delicada envolvendo o tradicionalismo docente em uma instituição de idiomas da minha cidade (Belém-PA), que me fizeram a refletir sobre essa postagem.Não é de hoje que estudo sobre essa temática mas vivenciar tal prática, ainda mais para quem atua na educação que nem eu, foi algo que me deixou decepcionada.Sou recém formada e tenho muito o que aprender mas já luto por não seguir os passos de certos docentes que passaram e ainda estão em minha vida acadêmica.O ponto que ocorreu e que me levaram a escrever foram por duas redações que este docente passou, uma foi solicitando um artigo de opinião,resolvi escrever sobre a educação bilíngue, especificamente sobre a importância do estudo de um segundo idioma ainda quando criança.A outra redação foi sobre um filme, e optei por relatar e analisar pedagogicamente a história de um garoto com dislexia.
Quando o docente devolveu as redações, me chamou para conversar e havia escrito que ambas foram retiradas da internet, fiquei bastante irritada no momento, e disse para ele, que antes de julgar se eu tinha ou não tal conhecimento sobre essas temáticas, que viesse a ter um conhecimento prévio da minha vida, fator esse que é FUNDAMENTAL para quem quer quebrar os paradigmas da educação tradicional.Como citei antes, eu não sei tudo, e estou longe de saber mas escrevi as redações, baseada em literaturas,aulas e vivências,e o professor não sabe mas sou estudante de especialização em educação inclusiva, por isso optei por falar do filme "Como estrelas na terra", que é excelente para trabalhar com a temática da família, escola e inclusão, além disso sou professora de inglês e trabalho, já fazem 3 anos, na área de educação bilíngue, e inclusive meu TCC foi voltado nessa área.Agora imaginem, se tal docente fala isso para uma criança ou adolescente, quantos sonhos seriam destruídos, quanta frustração seria gerada por justamente achar que o aluno não é capaz, atitude típica de um professor tradicional.Assim vai sendo construídos alunos que só memorizam, repetem e não criando uma educação problematizadora como Paulo Freire nos remete em seu livro "Pedagogia da Autonomia".
Vamos parar um pouco para refletir, o quão interessante seria abrir uma roda de conversar e os discentes viessem a dialogar sobre essas redações, e o professor visualizasse e viesse notar se o aluno teria de fato tal conhecimento, através de indagações e socialização da temática escrita.Mas para o professor tradicional, é só passar a redação e taxar o aluno como "capaz ou não". Tudo isso me levou a refletir o quão é importante minha profissão, sou mediadora na formação das crianças, e luto em prol de uma pedagogia inovadora, diferente desse curso de idiomas que estudo, aonde o marketing é mais importante, aonde na hora de vir chamar mais alunos, até faz promoções de levar um amigo, para obter maior quantidade e esquecem da qualidade.Sinceramente, não quero meus amigos, alunos e familiares fazendo parte de um local reprodutor do sistema tradicional, e também não quero reproduzir tais práticas em sala de aula, a luta não é fácil mas não vou desistir. Um excelente domingo leitores.
Quando o docente devolveu as redações, me chamou para conversar e havia escrito que ambas foram retiradas da internet, fiquei bastante irritada no momento, e disse para ele, que antes de julgar se eu tinha ou não tal conhecimento sobre essas temáticas, que viesse a ter um conhecimento prévio da minha vida, fator esse que é FUNDAMENTAL para quem quer quebrar os paradigmas da educação tradicional.Como citei antes, eu não sei tudo, e estou longe de saber mas escrevi as redações, baseada em literaturas,aulas e vivências,e o professor não sabe mas sou estudante de especialização em educação inclusiva, por isso optei por falar do filme "Como estrelas na terra", que é excelente para trabalhar com a temática da família, escola e inclusão, além disso sou professora de inglês e trabalho, já fazem 3 anos, na área de educação bilíngue, e inclusive meu TCC foi voltado nessa área.Agora imaginem, se tal docente fala isso para uma criança ou adolescente, quantos sonhos seriam destruídos, quanta frustração seria gerada por justamente achar que o aluno não é capaz, atitude típica de um professor tradicional.Assim vai sendo construídos alunos que só memorizam, repetem e não criando uma educação problematizadora como Paulo Freire nos remete em seu livro "Pedagogia da Autonomia".
Vamos parar um pouco para refletir, o quão interessante seria abrir uma roda de conversar e os discentes viessem a dialogar sobre essas redações, e o professor visualizasse e viesse notar se o aluno teria de fato tal conhecimento, através de indagações e socialização da temática escrita.Mas para o professor tradicional, é só passar a redação e taxar o aluno como "capaz ou não". Tudo isso me levou a refletir o quão é importante minha profissão, sou mediadora na formação das crianças, e luto em prol de uma pedagogia inovadora, diferente desse curso de idiomas que estudo, aonde o marketing é mais importante, aonde na hora de vir chamar mais alunos, até faz promoções de levar um amigo, para obter maior quantidade e esquecem da qualidade.Sinceramente, não quero meus amigos, alunos e familiares fazendo parte de um local reprodutor do sistema tradicional, e também não quero reproduzir tais práticas em sala de aula, a luta não é fácil mas não vou desistir. Um excelente domingo leitores.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Brasil II Império: Período Regencial, Golpe da Maioridade e a Proclamação da República.
Postado por : Déborah Lopes (Historiadora).
terça-feira, 15 de outubro de 2013
15 DE OUTUBRO>>> DIA OFICIAL DO PROFESSOR NO BRASIL
![]() |
| imagem compartilhada de: http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2011/10/15-de-outubro-dia-do-professor.html |
15
DE OUTUBRO>>> DIA OFICIAL DO PROFESSOR NO BRASIL
Não começaremos esta postagem falando sobre como surgiu a profissão Professor no nosso pais, para isso pedimos que quem quiser saber alguns detalhes pode acessas o link do Ministério da Educação e Cultura (http://sejaumprofessor.mec.gov.br/internas.php?area=curiosidades&id=comoSurgiu). Abriremos esta postagem primeiramente agradecendo à todos que
nos felicitaram pelo nosso facebook, assim como também agradecemos aqueles que
nós felicitaram através de outros meios de comunicações. Lembremos que hoje é
um dia oficialmente comemorado pela nossa categoria profissional, e ainda que muitos colegas docentes sintam-se
desconfortáveis com nossas condições de trabalho e ate salarial, vamos
ressaltar que a maioria das profissões tem suas dificuldades e tem por direito
lutar, reivindicar suas melhorias, mas também tem seus prazeres! Lembremos, queridos colegas de profissão,
como é bom aprender e compartilhar o
nosso conhecimento em uma sala de aula ou ate mesmo em uma simples explicação
ou conversa no corredor da escola, lembremos o quanto é bom escutarmos de um
aluno ou de seu responsável que contribuímos para aprendizado de nosso
discente, lembremos mais ainda das cartinhas
ou elogios que recebemos nos agradecendo quando nos tornamos o professor
ou a professora “mais legal da escola”.
Lembram disso??? Acreditamos que sim.
Então antes de fecharmos este dia
lembrado por todos com muita dificuldade de nossa categoria, pensem nos nossos
prazeres e nas nossas alegrias de ministrar aulas, e acreditem que as
reivindicações atuais trarão sim mais alegrias para a nossa profissão e
consequentemente uma melhoria para o setor educacional do nosso pais.
![]() |
| imagem compartilhada de: http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/3832/D0B7/0138/340F/2F1A/7D4C/manifestacao-paulista-estudantes-g-20120628.jpg |
Vamos lá! Ainda comemorando o nosso dia e falando um pouco mais das nossas experiências docentes>>>> “Feliz” dia dos professores!!! Passei grande parte do dia recebendo
mensagens que me felicitavam por minha profissão. Resolvi analisar o quão
nesses tempos atuais é difícil seguir com a carreira docente. Em tempos de
greves, será que realmente nossa categoria se encontra “feliz”? Percebemos a
desvalorização de autoridades, alunos, familiares, etc. A frustração dos
professores é resultado de uma escola caótica aonde nos deparemos com a
violência, salários baixos, falta de infraestrutura, entre outros fatores.
![]() |
| imagem compartilhada de: https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRlLckM7b-qHz6QXrdjGgVUyeh--gA83MzK0NbvWpiVBH3xmHe7gQ |
Mas
voltemos às greves, enquanto pensamos na violência no âmbito escolar, durante
as manifestações, notamos os policiais, que também através da violência, tentam
intimidar os professores que vão para as ruas lutar por de fato uma educação
digna.
![]() |
| imagem compartilhada de: http://www.appsindicato.org.br/Adm/Multimidia/ArquivosNoticia/caminhoArquivo/3944.jpg |
Outro fator interessante aconteceu em uma entrevista, um aluno afirmou
que tal paralisação era abusiva por conta do ENEM que estava próximo, o mais
interessante que nesse mesmo período, havia outras categorias em greve, como
por exemplo, os bancários, e não vimos alguma manifestação, comentários, ou
qualquer meio de manifestação que viesse a dizer que também era abusiva.
Contraditório é ouvir um aluno reclamar sob a greve, mas está em uma escola que
não tem recursos didáticos para auxiliar na sala de aula, um local aonde não
tenha uma merenda de qualidade, aonde o quadro docente não é completo, entre
outros.
![]() |
| imagem compartilhada de: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSYFg9uN6bHDEww22G59YFHYUZYNu4Uxzes6WlFRkLClVHmFqyC |
Com esse tipo de pensamento, de fato até lutar pela educação fica
difícil e desestimulante, mas não devemos deixar que nos falte esperança,
porque ainda sim podemos contribuir para criar e recriar a nossa educação.
“Feliz” dia do professor? Sim, porque eu sei que minha profissão contribui para
a construção do desenvolvimento do ser humano, não abordo apenas o cognitivo,
mas do social, profissional, dentre outros.
Por isso e por tudo falemos:
![]() |
| imagem compartilhada de : http://www.marcosfellipe.com/2011/10/parabens-aos-professores-por-seu-dia.html |
Assinar:
Postagens (Atom)

















